svg verde claro
Efeito Vetor Noticias
- Publicado em 02/06/2022 ás 08:27
Fonte: Assessoria
Presidente da Coogavepe participa do VIII Geopolítica: Mineração e Geoconservação
O evento foi realizado pela AGEMAT, GEOCLUBE e FEBRAGEO, no auditório Miltom Figueredo da Assembleia Legislativa de Mato Grosso e teve transmissão ao vivo pelo Youtube.
Foto por: Assessoria
Durante os dias 30, 31 de maio, e 01 de junho, foi realizado em Cuiabá o VIII Geopolítica, Mineração e Geoconservação. O evento tradicional é realizado pelas entidades de Geologia no Brasil, sempre organizados em diferentes estados por entidades estaduais com parceira da Federação Brasileira de Geólogos – FEBRAGEO, neste ano de 2022 o estado anfitrião foi Mato Grosso.
A presidente da Coogavepe, Solange Barbosa, teve a participação em uma das mesas no 3º dia do encontro e falou do tema “O uso de área de extração após o termino da atividade mineral: socioeconômicos, parques e outras atividades.
O evento abordou temas importantes na mineração: “Os desafios do Setor Mineral e Geoconservação, Geossítios em Áreas de Mineração, Geoparques como Instrumentos de Gestão da Geodiversidade, Atividades de Extensão Universitária e a Geoconservação, a Geocomunicação como ferramenta da divulgação de Geodiversidade e Mineração Desenvolvimento e Sustentabilidade.
O objetivo principal desta edição foi fomentar ações integradas entre o setor mineral (Profissionais, empresários, órgãos de fiscalização) com entidades que atuam na Geoconservação (Instituições de ensino, pesquisa e órgãos públicos ambientais e de planejamento) discutindo formas de tornar as atividades minerárias mais sustentáveis e reconhecer os locais de interesse do patrimônio geológico.
A participação da COOGAVEPE se deu a partir de um convite da Coordenadora do Departamento de Mineração da SEMA e também vice presidente da FEBRAGEO, Sheila Klener.
Juntamente com a COOPERPOCONE, representada no evento por seu presidente, André Molina, as cooperativas defenderam a força do cooperativismo na mineração bem como a sustentabilidade na atividade através de boas práticas, como a recuperação das áreas lavradas e que, após a exaustão da mina e/ou jazidas, dão continuidade a outras atividades econômicas, continuando a gerar emprego, renda e impostos.